Arquivo da Categoria ‘Uia’

Outback, na minha humilde opinião

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

No estilo bate bola:

A batata com queijo e bacon é celestial? Sim. vem com uma maionese temperadinha deliciosa e alimenta dois famintos

A carne é respeitável? JESUS. Aquilo não é um filé, é um tijolo

E a sobremesa, hein? Porções agradáveis e o cheesecake com textura divina

O tempo de espera compensa? Tenho dúvidas. Esperar mais de uma hora por uma mesa não é agradável mesmo quando ao entrar o serviço compense. Vá quando tiver com paciência e sem que a fome já esteja batendo na porta

A ideia dos pagers de senha é boa? Criativa, mas eu faria ele vibrar e pular para ficar mais engraçado

O pão é tudo que falam? Sim, meus amigos, é

E o preço? 100 pilas em duas pessoas se esvaem como areia fina entre os dedos. O custo benefício para mim é o suficiente para você ir, sei lá, uma vez a cada ano. Tem coisas tão boas em outros estilos com uma acessibilidade financeira melhor

E os talheres, hã? Um único garfo deles deve ter mais aço inox do que tudo o que tenho aqui em casa.

Beleza

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Para facilitar a organização sobre este assunto na minha cabeça não basta classificar a beleza apenas como “bonito, feio, horrível, lindo”, etc. Para melhor visualização, criei uma nova classificação para que as categorias ficassem mais fiéis ao que penso sobre.

Segue descrição ilustrada:

Bonito-feio: aquele que nasceu para o primeiro mas o resultado final caiu no segundo.

Bem que tentei

Bem que tentei

Feio-bonito: Aquele que nasceu com os pés no primeiro mas, sabe-se lá como, cravou as quatro patas no segundo.

Eu pegava, viu

Eu pegava, viu

Bonito-bonito: apenas bonito, por incrível que pareça tem menos graça que o feio-bonito.

Até que pegava, mas sem beijinho

Até que pegava, mas sem beijinho

Feio-feio: dá dó, né? sem salvação.

Um porco com um terno ainda é um porco

Um porco com um terno ainda é um porco

Maravilhoso-jesusmeabane: empate técnico. Deve ser benção do nome.

Só a pose é gay, viu

Só a pose é gay, viu

Como se não bastasse, ainda sou sádico

Como se não bastasse, ainda sou sádico

Hour concours-hour concours: prestigiando a prata da casa.

Fazendo a média com o patrão

Fazendo a média com o patrão

Grande queima de estoque!!!1!!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

De 130

Por 85

Se fosse em 97

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Eu ainda me encanto com o advento (haha!) da internet.

Quis saber sobre Wittgrove? Soube

Escrevi “oniplanix”? Tá lá: omepramix

Qual a história de Lalola? Shazam 

Imperdível!!1! Vendo:

quarta-feira, 7 de março de 2007

O que? cama casal

Marca? sonosul

Colchão? molas

Tamanho? 138 x 188

Valor? 200,00

Entrega? imediata

Garantia? vigente

Frete? por conta do comprador

Tempo de uso? 2 anos

Brinde? Um protetor de colchão

Divórcio? Não, upgrade (180 x 200)

You should call Jack Bauer

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

House conquistou o título até então relacionado à Lost: viciante.

Hoje sozinho não sei pra onde vou, é o caminho que vai me levando ô ô.

quinta-feira, 16 de março de 2006

Chega a ser *frustrante a forma como minha consciência tem se comportado nos últimos tempos. Não nomeio isso de elevação espiritual pois não me cabe julgar algo assim, mas é impossível não perceber o que chamo de uma certa maturidade com que tenho encarado determinadas situações, simplesmente por agir como se a mudança se propagasse de dentro pra fora. Por exemplo, nos conflitos. No meu histórico não muito distante você encontraria situações em que eu estaria respondendo bem mais frequentemente agressão com agressão. Era comum você me ver atracada com situações rídiculas com troca de ofensas e digo hoje que isso me envergonha profundamente. Domingo fiz uma prova. E tente imaginar o que é fazer uma prova depois de uns seis anos sem estudar. Nas duas ou três semanas anteriores, dei uma passada de olho nas coisas, sem compromisso muito grande. Na noite anterior fui caminhando até o extra pra relaxar, assisti Mission Hill, deitei depois da uma, dormi depois das quatro, acordei às sete, tomei um copo de café, fiquei grogue até as oito, fechei os olhos, relaxei e fiz uma ótima prova até as onze. Saí, comi meu chocolate, bebi minha água e ao chegar em casa percebi que havia acertado boa parte das pouquíssimas questões que havia deduzido ou chutado. Lembrei do concurso do Banco do Brasil. Tragédia total. Três meses de estudos pra passar mal durante a prova e apenas assinar e sair. Mas eu comecei esse texto para falar mal da minha consciência e é o seguinte: dia desses, vendo determinadas opiniões nos fóruns e orkuts da vida sobre coisas variadas, percebi a quantidade de pessoas que agem de forma covarde, apenas porque sentem estar preservadas pelo anonimato. Pessoas se agredindo, chamando a Katilce de puta, dizendo que aquela gorda da Preta Gil deveria se matar, etc, etc. Isso me enfurece, não por gostar de uma delas, mas porque isso mostra o descontentamento de alguns diante da felicidade de outros. Não quero entrar no mérito de discutir se elas agem corretamente ou não, mas a chuva de críticas inúteis que cai sobre elas é apenas reflexo de pessoas reprimidas, pessoas que vão à festa e não dançam porque sentem vergonha, mas gastam seu tempo criticando a gordinha ou a desajeitada que sentiu vontade e foi lá dançar. Qual delas é de bem com a vida: a que se reprime ou a que agride a visão e a auto estima alheia ao levantar-se pra dançar? Aí é que entra minha cosciência para me atrapalhar. Porque a vontade que tenho é a de dizer: filha (o), pegue sua opinião, sua raiva, seu ódio, sua crítica, sua inveja, sua incapacidade, suas frustrações, suas dúvidas, suas neuras e enfie no cu e depois faça um bem à humanidade e se mate. Mas minha consciência me diz que não devo fazer isso porque eu estaria alimentando o cão errado, porque cada um já é crucificado pelas suas escolhas, pelos seus pensamentos. Que ao semear sentimentos ruins vou estar descendo um degrau, que se não posso construir, que eu não destrua, que não é porque você é diferente de mim (em corpo ou pensamento) que não posso te chamar pra tomar um café. E que cada vez mais eu me desamarre de tudo (conceitos, dogmas, diretrizes) e preste atenção na essência, mas obedecendo os meus limites (que faz parte dos limites do mundo). E isso se aplica tanto à necessidade que tenho de canalizar bem a minha agressividade quanto à serenidade nos momentos de concentração.
Eu até que desejo, mas não saberia como evitar o seu pensamento de tá se achando, hein nega mas mudar a sua impressão equivocada ao ler está fora dos meus limites e da minha necessidade, já que apenas quis expressar minha felicidade ao perceber que estou alimentando, ao menos um pouco mais, o cão certo.

 

* Ironia pura, viu? É que ainda é mais divertido ser diabinho.