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Tudo começou quando:

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Meus pais se separaram em meados de 1986.

Minha mãe, depois de 13 anos de casamento, resolveu viver o que achava que merecia. E pelo que sei merecia sim porque meu amado pai, por mais amado que seja, não era um cara que sabia cuidar e regar um relacionamento (por motivos talvez válidos, mas que é assunto para outra hora).

Pois bem: eles moravam ao lado da casa da minha avó materna e, mesmo quando casados, eu sempre convivi bastante com minha avó e talvez por isso não vivi aquela familia convencional mamãe-papai-irmãos.

Minha mãe se separou e eu e meu irmão mais novo ficamos com minha avó enquanto meu irmão mais velho mudou-se para a casa nova do nosso pai.

Não lembro onde morou minha mãe nessa época. Os poucos fragmentos de lembrança são de ver as coisas dela em casa, mas não a sua presença.

Minha mãe queria viver o que não tinha vivido: noitadas, namoros, etc. E ganhamos o posto de prioridade número dois em sua vida, depois de todas as necessidades dela, claro.

Minha mãe é uma pessoa simpática e comunicativa e ninguém, olhando de fora e superficialmente, diz que ela colocou os filhos de lado para viver a própria vida. Detalhe: tinhamos, eu e meus irmãos, 15, 09 (eu) e 3 anos.

Eu não quero agora dizer que ela tinha de cuidar da gente por obrigação, o meu objetivo é justificar meu sentimento em relação à ela que citarei mais embaixo. E também dizer que, por mais justificáveis que sejam as escolhas dela, o sentimento de abandono no coração de três crianças existiu e as consequências disso em mim e meus irmãos existem.

Minha mãe sempre usou como desculpa para se desresponsabilizar de nós o fato de que minha avó nos protegia demais e que ela, minha mãe, gostava de fazer a linha “meus filhos têm liberdade”. Eu lembro muito do fato de que minha avó questionava muito minha mãe sobre responsabilidade materna. Minha avó achava muito ruim o fato de minha mãe preferir sair à fazer algo com os filhos. E eu lembro sim da minha mãe dizer que deixava a gente em casa porque minha avó não queria que ela nos levasse em suas noitadas. Eu morava numa cidade pequena e os poucos bares que tinham não eram, digamos, local e divertimento perfeito para uma criança, certo? Ok, não fiquem chocados, mas eu já fui algumas vezes apalpada por vários dos amigos queridos bêbados ou sóbrios da minha mãe nesse tipo de programa. Minha vó cobrava muito a presença de uma mãe à nossa mãe na nossa vida. Nada mais natural, já que vovozita criou sozinha cerca de 7 filhos.

Eu (ainda) não sou mãe. Mas penso que instinto materno quando existe vence qualquer coisa. Nada separa uma mãe que quer realmente cuidar de seus filhos, NADA. Criança não precisa de “liberdade” nos moldes em que minha mãe pregava. Para mim essa liberdade ela interpretada como “não me importo com o que se passa com vocë“.

Prosseguindo: um dia mentiram para mim e meu irmão mais novo nos dizendo que iríamos passar um dia na casa do meu pai. Mentiram para duas crianças e se há uma coisa que não se deve fazer para uma criança é mentir numa situação delicada assim. Na realidade nós íamos morar com nosso pai. Chorei muito, juntamente com meu irmão, porque até então eu sentia falta era da minha mãe e na minha cabeça o meu pai virou o carrasco pois era o responsável por uma separação que eu não queria viver.

Eu queria minha mãe como um cachorro que cai da mudança e pouco me importava se ela quase não ficava em casa, ou se ela passava o sábado à noite no bar com amigos/namorados ou se ela dava Sonin para o meu irmão dormir mais cedo para poder sair logo.

Muita coisa aconteceu depois disso, muito coisa que daria um livro: Meu pai morreu, voltamos para casa da minha avó, minha mãe foi sonhar em São Paulo com o então namorado, vivemos um inferno com minha avó, eu, então como meus 11- 12 anos, me virava sozinha na escola (porque nessa época fui sim uma aluna fodona) ao mesmo tempo que ia para a reunião de pais e mestres da escola do meu irmão mais novo. Põe aí: eu devia ter uns 12 anos.

Algumas das coisas relacionadas à minha mãe que me incomodam ou incomodavam:

  • o fato dela sempre preferir a companhia do marido vagabundo dela (vagabundo literal mesmo porque o cara não trabalha desde que voltaram para BA do sonho paulistano esfarelado, faz mais ou menos 15 anos) e dos amigos. Uma vez, eu já morava aqui em Curitiba, fui para BA e ela deixou de se juntar à nós por alguns dias para poder curtir a casa sem minha avó, com quem ela e o marido moravam. Eu me desloquei de Curitiba para BA depois de muito tempo para ficar só alguns dias e isso aconteceu
  • minha mãe nunca esboçou vontade de vir na minha casa e isso não era aceitável para mim. Ela usa a desculpa de que tem medo de avião. Então, belê. Existe ônibus também, se for o caso, mas não perco mais meu tempo discutindo isso porque acho que se ela quisesse mesmo viria andando até
  • minha mãe tem um sério problema com dinheiro e gosta de usar sua simpatia para conseguir o que quer. Sim, ela é o tipo de pessoa que tem grana para emprestar ao amigo, para comprar cerveja e fazer uma social para ser A gente fina, mas paga tudo com o empréstimo na folha de pagamento. Ao mesmo tempo, claro que me enxerga (que não bebo e não faço churrasco para 50 pessoas mas que consegue juntar grana para comprar passagem aérea e ver a família) como alguém que deve ter grana sobrando
  • Não me lembro MESMO de uma única vez dela ter ligado para mim sóbria para perguntar apenas como eu estava (a vez em que fiz cirurgia não conta, quero dizer ligação simples e despretensiosa mesmo). Não, ela não é (acho) uma alcoolatra, mas tem aquela péssima mania de sair ligando para os filhos quando bebe porque bate a saudade (ou seria a culpa?). Ah, sim: e quando ligava sóbria era para pedir dinheiro. Dinheiro este que eu cedi na primeira e segunda vez e depois passei a negar. Ao menos ela se tocou e não me pede mais
  • minha mãe se gaba de ter três filhos, à sua forma, encaminhados. Porém o detalhe que não enxerga (ou não assume) é que pouco (ou quase nada) desse crédito pertence à ela. Ela criou três filhos sim: o mais velho encara a religião como sua vida, a do meio vocês lerão no parágrafo seguinte e o mais novo vê a do meio como mãe. Só nós três sabemos da solidão e confusão que é você ter uma mãe, que na sua cabeça de criança é quem naturalmente cuida e protege, não estando ao seu lado por outros motivos. E quando se tem 10 anos você não entende mesmo isso.

Juntando esses e tantos outros motivos é que definitivamente preciso assumir uma coisa que há muito tempo sinto: eu não a vejo como mãe. Ela é alguém que amo, mas apenas alguém. Minhas referências maternas são formadas por fragmentos de algumas pessoas importantes na minha vida porque viveram e vivem comigo a penúria do dia a dia, como minha tia, minha avó e alguns amigos.

Estou tocando nesta parte podre de mim porque parece que a vida tem cobrado dela esse afastamento do passado. Ela tem dado sinais de solidão e tem dito coisas do tipo “você é minha filha e eu te amo” como se quisesse convencer a si mesma de que isso faz dela uma mãe.

Isso não me comove, me afasta. Amor não se cobra. Não me sinto obrigada a amá-la como mãe e não me sinto culpada em meu sentimento como filha ter morrido depois de muito minguar. Dizer eu te amo é fácil e bonito, difícil é o resto.

Mãe é quem cria, e na falta da minha mãe biológica, a vida e as pessoas com quem convivo fizeram um bom trabalho comigo. Não porque resultei em alguém espetacular, mas porque elas estavam e estão lá, por livre e espontânea vontade, quando preciso ser só uma filha.

P.S.: Perdoem, por favor, os erros de ortografia, pontuação, etc, etc

Doce e perfumado

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Imagine que vocês estão fazendo aniversário de casamento, beleza?

Daí vocês combinam de ir num lugar novo se acabar de comer porque adoram fazer isso, certo?

Você sempre sugeriu, sem sucesso, para seu marido que trocassem as alianças de prata escurecidas por ouro porque você tá numas de pensamentos envelhecidos, etc, ok?

O que seu marido faz?

a) Compra um par de alianças, coloca num buquê de flores e te entrega na chegada ao restaurante

b) Ele te serve champagne e dentro do copo tem um par de alianças

c) Ele te compra um Bumblebee cabeça de batatas, porque sabe que você venderia um rim pra ter um, e coloca o par de aliança pendurado no braço do boneco e fica rindo de sua cara por você demorar para ver o par de alianças, já que você está encantada com o boneco em si.

Feliz 6 anos, amoreco. :**

Vejamos:

domingo, 4 de janeiro de 2009

Vai que ajuda escrever o que pretendo fazer acontecer em 2009.

  • Primeiramente, não quero estressar. Aproveitando que consegui um emprego com uma carga horária decente pretendo tirar o máximo de proveito disso e fazer do tempo livre (ou enquanto o telefone não toca) o mais prazeroso e produtivo possível.
  • Baseado no ítem anterior, ler um pouquinho que seja. Li tão pouco em 2008 que nem lembro o que li. Se bem que li horrores sobre culinária e acho que isso conta como literatura. Façamos assim: continuar a ler bastante, mesmo que seja só sobre culinária.
  • Fazer exercícios físicos, meu Deus. Lá se foi a gordura e a flacidez até que não é tão aterrorizante, mas meus músculos estão mais expostos e, consequentemente, mais doloridos já que não estão fortalecidos. Bora aproveitar a academia no condomínio, porra. :P
  • Escrever um pouco mais, sem se importar como isso será lido. Confesso que um dos motivos para travar no blog é ficar pensando no público alvo ou com medo de algo que eu disser ser usado contra mim ou entendido com um recado pessoal. Muitas vezes os outros e / ou o impacto que eles causam na minha vida viram inspiração e reflexão e vem a vontade de conversar comigo mesma sobre isso, mas fico acanhada. Contornemos.
  • Também não me importar muito em escrever bem. Isso aqui é diário e não ponho aqueles links para ganha uns centavos por cada clicada. Quem me lê ou é amigo que leio ou inimigo curioso e não um consumidor em potencial.
  • Aprender a fazer yakissoba.
  • Continuar cozinhando mais e mais e mais e mais.
  • Ir mais à praia.
  • Conhecer a Ilha do Mel, né?
  • Viajar mais pra qualquer lugar perto ou longe.
  • Concluir o pobre do tapete de amarradinho e/ou fazer os fuxicos.
  • Usar mais hidratante, é o que a pele deseja.
  • Melhorar um tico a alimentação. Ando meio abusada no que diz respeito à qualidade.
  • Ter um sofá legal e fofo, grande sonho de consumo do ano.
  • Quem sabe, vai depender do doutô dizer “mete bronca, fia”, engravidar.

2008, o ano da argola

domingo, 28 de dezembro de 2008

Não foram os 50 quilos a menos ou a mudança de emprego e cafofo. O grande fato de 2008, sem sombra de dúvidas, foi a compra de dois pares de argolas.

É sim, daquelas grandonas de prata tipo negona, manja?

E eu usei e achei lindona.

Tá, tô enrolando porque não sei bem como nem quando começou esse lance de cuidar da própria vida. Só sei que, ao que parece, minhas mudanças são inversamente proporcionais à minha capacidade de descrevê-las aqui.

What?

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Amanhã devo acordar lá pelas 9 da matina. Devo levantar, pegar os travesseiros que foram ao chão durante à noite, abrir uma fresta da cortina pra ver que cara tem a terça, sair do quarto com um travesseiro debaixo de um braço e um cobertor no outro e ir até à sala. Vou botar um café pra fazer e ligar a TV. Daniel Bork me aguardará com suas piadas repetitivas e aquele monte de propagandas de produtos que não quero ter.
Estou saindo daqui. Levo comigo, sentimentalmente falando, pessoas eternas e deixo, literalmente mesmo, outras nem tanto. Porque a vida é engraçadinha e só foi eu reclamar do meu emprego que outro apareceu. Não que o próximo seja melhor mas já que o sofrimento é atualmente inevitável deixem que eu sofra por 6 horas e não por 8.

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Podem apostar que eu também.

E lá se vai minha viagem em fevereiro. Mas lá virão uns dias de mormaço, preguiça e café fresco.

Pensando

terça-feira, 28 de outubro de 2008

É preciso exercitar sempre. Muitas vezes o que chateia não vira alvo da sua raiva, o alvo é o que está mais fácil, mais à mão. E ultimamente meu emprego tem me chateado muito.
Eu trabalho com e para pessoas mas elas são tão brilhantes quanto medíocres e irritantes.
Eu ando exercitando vários tipos de sentimento ultimamente e esse exercício me mostra a cada dia que não nasci para ambiente de empresa pública, que não sou boa marketeira de mim, não tenho lábia política e não tenho paciência para convencer por meios que não sejam o trabalho. E quem foi que disse que estabilidade é o suficiente pra tornar tudo suportável?
Mas não adianta falar nisso porque sei que é apenas parte do meu problema transitório. O problema sou eu, minhas escolhas e meu mau hábito de não seguir os avisos da minha intuição que dizem “você não precisa fazer isso dessa forma, você não gosta disso, o que você gosta não é aí”.
O que quero dizer mesmo é que adoro culinária. Fico doente quando chega um fim de semana e não invento algo pra fazer. Tenho orgasmos múltiplos lendo os blogs que assino o feed (99% dos blogs do meu reader SÃO SOBRE CULINÁRIA), compro livros e revistas sobre o assunto quase que por compulsão e tenho uma predileção por comidas simples e acolhedoras. Mas não sei se encaro uma de trabalhar com isso. Talvez seja só o medo do desconhecido, não sei.
Só sei que isso me pressiona e me faz olhar para o relógio do meu tempo e me questionar sobre o caminho que acho que devo continuar seguindo. Mas uma coisa é certa e talvez seja o ponto de partida da uma grande mudança: se hoje o que enxergo de maior vantagem no meu trabalho é a licença maternidade generosa é porque tem algo estranho com meu emprego e/ou com o jeito que encaro a minha forma de trabalhar.
Aguardemos e oremos.

É que hoje é seu aniversário

domingo, 31 de agosto de 2008

se aqui estivesse, vovozita faria 94 anos hoje. E ainda não consigo me conformar com o fato de não poder abraçá-la e tirar sarro do tamanho de suas calcinhas.

Mas, enfim: o bolo de creme de milho, um de seus bolos preferidos (entre tantas outras delícias), foi preparado por mim hoje.

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Bom pra acompanhar o cafezinho e a saudade.

Os filhos crescem

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Ontem, vendo fotos antigas, lembrei dos meus ex alunos. Dei aula de informática por cerca de 3 anos e, mesmo com todo o cansaço e a pindura da época, foi uma das fases mais felizes da minha vida.
Tive duas turmas preferidíssimas: uma delas formada por pré adolescentes e outra que mesclava pré adolescente e adolescentes. Eu amava aquelas pestes e, sem modéstia nenhuma, era fortemente amada também e vejo que esse amor se devia ao respeito que eu tinha (e que hoje tenho mais ainda) pela inteligência de uma criança.
Tá a fim de aprender calc não? Belê, vamo navegar na internet por meia hora e depois a gente tenta aprender, pode ser? E ia, e eles aprendiam, e a gente brincava de fazer gráficos que não diziam nada mas os olhinhos brilhavam com cada lógica desvendada. “Profe! agora entendo aqueles desenhos que aparecem na TV em época de eleição”.
Minha cabeça doía, eu estava cansada e eles também. Dá-lhe contar das histórias da escola, de casa, de “como que é a Bahia?”. Duas horas de terapia de grupo com aqueles pentelhos.
Cronograma em dia, a próxima semana você traz negrinho, eu trago sanduíche e fulano o refri para o lanche na sala. “Mas não pode, pessoal” dizia eu. “Ah, profe se te perguntarem lá fora pode dizer que a gente te bateu”. O cronograma tava em dia então não ia ser eu quem iria estragar a confiança e cumplicidade.
Bento Gonçalves tem disso. Tem família que vem na escola de informática saber como está o filho e conhecer “a professora que eles vivem falando em casa”. E me convidavam para visitá-los. E quando não ia poderia apostar que o recado vinha questionando minha ausência.
E acabava o curso e tinha chororô. E na última aula eu enrolava para dispensar a turma e atrasava tudo. E eles não queriam sair da sala onde o meu coração pequenininho queria mas não podia dizer (porque para o chefe só interessava a rematrícula e a mensalidade paga), que para eles eu dava aula até de graça.

Sentimental eu sou

terça-feira, 3 de junho de 2008

Existem pessoas que me fazem feliz apenas porque existem.
Muitas vezes não as conheço profundamente, nem as encontro frequentemente, nem compartilhamos segredos. Não conheço suas famílias, nem quanto ganham, nem o que temem.
Muitas vezes só as encontro de passagem, ou uma vez na semana, ou uma vez a cada 6 meses. Nem sempre falamos de coisas inteligentes, nem tenho seus telefones.
Mas elas existem naquele tipo de hora de dar bom dia, ou para fazer o café caprichado, ou pra falar do tempo, ou pra contar uma piada sem graça, lamentar uma perda, ou para cozinhar para mim, ou para comer minha comida, ou para atender bem meu telefonema, ou para vir na minha casa ou para compartilhar a carona, ou para demonstrar confiança, elas fazem de mim uma pessoa mais feliz.
Elas não reclamam se eu sumo de suas casas, de suas vidas. Eu volto e parece que sempre estive ali. Elas não se sentem obrigadas a elogiar qualidades minhas (talvez seja porque não enxergam tantas e / ou acham isso irrelevante. O que mais admiro é que elas também não me obrigam a). Às vezes contam seus segredos, dizem o que farão no fim de semana, não brigam quando digo um não. Não se envergonham em pedir desculpas, não cobram fidelidade mas mesmo assim é impossível que eu não me torne cúmplice de todas elas e saiba pelo menos 2 coisinhas de que elas gostam só para fazer um agrado de vez em quando.
Cada um passa o natal e ano novo com os seus e depois contam como foi (bom ou ruim) mas não estragam tudo dizendo que sentiu muitas saudades. Na realidade acho que elas (e eu) sentimos sim muitas saudades, mas não a ponto disso doer ou matar ou morrer ou cobrar.
Elas existem e sou muito feliz por isso, mesmo que elas não façam nem idéia desse meu sentimento.

Quase lá

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Pra quem estava com 130 em 28/01/08

estar com 106 em 09/04/08 é mais do que o paraíso.

É poder ir na Marisa e escolher sutiã pelo MODELO e não porque COUBE.

Duvido que qualquer uma que tenha eliminado aqueles 3 quilos que imagina precisar eliminar esteja tão feliz quanto eu.

Duvidê-ó-dó.