Polyanna Menina
A terapeuta perguntou-me se sou uma pessoa feliz. Disse que sim. Minto, disse que CLARO QUE SIM, COMO NÃO SER FELIZ SENDO E VIVENDO TUDO O QUE SOU/VIVO HOJE?
E lá se foi uma hora de retrospectiva. Basicamente duas atitudes foram de extrema pertinência para que eu começasse a me considerar uma pessoa feliz: passei a enxergar que sou uma pessoa que tem acesso à oportunidades e deixei de me preocupar com pessoas / coisas que demandavam muita energia para pouco (ou nenhum) retorno.
Sou feliz não porque tenho um trabalho ideal, mas é o trabalho que proporciona acesso ao que quero (viajar? estudar? ter saúde? ter amizades sólidas?). Qualquer aporrinhação se dispersa quando lembro das malucas que trabalham comigo.
Não tem porque ser infeliz pelo fato de que não posso ir para onde quero quando quero ver quem quero, mas porque posso ir quando dá.
O marido não é o perfeito, mas é o que encaixa. Os amigos não são ricos mas proporcionam fartura, a família não é ideal mas é minha. Simples assim.
March 7th, 2008 at 2:48 pm
Eu dou fartura de bobagens, né? Diz que sim :-D
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Hour concour até. Parafraseando o que eu disse dias atrás “seus defeitos são as coisas que mais admiro em você”. \o/
March 10th, 2008 at 10:12 am
E eu trago fartura de discordia né ??? diga que sim…diga que ainda sou a sua semeadora de discordias favorita…hehehe
mas vc tem razão… realmente é simples assim…
bjos
March 10th, 2008 at 1:24 pm
Oh, meu deus. Eu não sou perfeito? :O