Archive for March, 2007

De vez em quando

Friday, March 30th, 2007

A vida me cansa. Ou o contrário. Ou os dois ao mesmo tempo.

Direto da redação

Wednesday, March 28th, 2007

Cumpro aviso prévio até dia 11. Isso quer dizer aquilo mesmo que você concluiu: não serei mais uma semi meio advogada por osmose. Vou para um lugar zilhões de vezes melhor inclusive no quesito salário + benefícios. Finalmente estou a mercê de realizar dois dos grandes sonhos da minha vida: fazer o tão almejado curso de línguas (incluindo o italiano por capricho e por homenagem a uma terra que me trouxe muitas coisas boas) e mandar um fax para papai do céu encomendando um rebento (lá por março / abril do ano que vem). Estarei com 30 anos, a idade em que acho perfeita para se parir ainda mais no meu caso, já que não pretendo ter uma penca de filhos.

Também gostaria de me dar de presente um dia num spa urbano para desintoxicar e ser amassada. Mas numa rápida busca não achei nenhum em Curitiba. Deve ter, mas não achei mesmo. Apareça!

Espero que no novo emprego meus colegas ao menos saibam usar ar condicionado e não façam brrrrr quando a temperatura atinga 24 graus.
É só. Vó, um beijo. Melhore e me espere.

Não sou atriz, modelo ou dançarina

Thursday, March 15th, 2007

Sou telespectadora passiva do atual BBB - a Malhação da Playboy e adjacências - e isso me irrita profundamente. Profundamente porque parece que algumas pessoas vivem num universo paralelo onde se permite creditar algum tipo de confiança, idolatria ou exemplo nas situações dali. É difícil escrever sobre isso fugindo dos adjetivos óbvios como esperteza, burrice, fugacidade, inutilidade, repulsa, etc.

Vejo por exemplo a Sônia Abraão com aquela simpatia e desenvoltura de morsa lendo não me importa o quê já que o que interessou foi a tarja que aparecia na TV “Calma Alemão, só faltam 5 horas para a Fani ir para casa“. Peraí, como assim? Quando foi que a porcentagem de ficção do BBB mudou de 95 para 100%? Quando foi que a Globo comprou a Rede TV!? E finalmente quando é que poderei entrar no site do BBB e, tal qual Paraíso Tropical, ler os capítulos de amanhã?

Deus é testemunha de que odeio correntes e emails sobre o quanto as empresas de telefonia e emissoras faturam rindo da sua cara (da minha não porque nunca liguei e isso não mudará nos próximos 1500 anos) com as mensagens de textos enviadas junto com a esperança de o seu “sim, quero que essa lontra vá pra casa” seja contabilizado mas entendo os que criaram esse tipo de mensagem não porque acredito que isso provocará uma mobilização em forma de boicotes mas porque essa manipulação da opinião pública (e principalmente privada) indigna qualquer organismo dotado de um pingo de bom senso.

Eu falei indignada? Ok. Não só indignada mas envergonhada pelos que aparecem e pelos que assistem. Me envergonho mais ainda pelos que assistem porque além de serem eles que me presenteiam com o assunto na mesa do lado no almoço, café e fila é também porque não contentes em ter um universo paralelo eles desejam trazer para a realidade expectativas cabíveis apenas lá. Me envergonho pela superficialidade e por aqueles que criam mais facetas para si do que aquelas mal resolvidas que já possuem naturalmente.

Me envergonho também quando vejo a Oprah sendo exemplo sublime de vida não pelo que, reza a lenda, ela descobriu e usou bem de si mas por ela ter uma casa em Santa Mônica maior que a quadra onde moro só para receber amiguinhos. Me enoja esse dislumbre que eu mesma sinto quando vejo que ela pode chegar numa loja junto com o Bono Vox e comprar, pincelando rapidamente os ítens, 10 Ipods e 10 celulares para dar para sua equipe. Claro que não importa se isso sairá do bolso dela (segundo ela, sairá porque uma porcentagem vai para as criancinhas, etc) o que importa é o poder. Qual a porcentagem no mundo que tem esse poder? Eu não consigo dizer “quero 10 Ipods e 10 celulares como esse. Bono, segure meu casaco um minuto” nem olhando no espelho. Em tempo: deixei de assistir a Oprah pelos assuntos repetitivos em pauta e por sempre esbarrar no velho e hipócrita jeito de ser norte americano.

Eu não entendo o motivo da necessidade de ser e/ou ter ídolos superficiais, não entendo porque esse tipo de artista - por assim dizer - dá autógrafo e aparece em mural de fotos em restaurante. Quando vejo uma personalidade de segunda linha, ainda mais se for um dos que me envergonhe solidariamente, solto um sorriso frouxo. E se visse um ídolo de verdade tipo o Darth Vader sairia correndo de vergonha de mim e só.

Deu ar

Friday, March 9th, 2007

Quem: Kel

O que: esse negócio de coisa mole na boca não é comigo

Quando: numa discussão sobre o melhor tipo de cerdas da escova de dentes.

Imperdível!!1! Vendo:

Wednesday, March 7th, 2007

O que? cama casal

Marca? sonosul

Colchão? molas

Tamanho? 138 x 188

Valor? 200,00

Entrega? imediata

Garantia? vigente

Frete? por conta do comprador

Tempo de uso? 2 anos

Brinde? Um protetor de colchão

Divórcio? Não, upgrade (180 x 200)