É problema de amarelão
Friday, February 16th, 2007Sabe o problema da mão? Pois é, a coisa empirulitou e lá irei para as aplicações locais de medicamento. Adoro agulhas tanto quanto adoro sentir dores. Esse ano balzaquiarei e não quero faz jus ao ditado que diz que você passa metade da vida perdendo a saúde e blábláblá. Ainda mais porque tenho um histórico familiar que não dá espaço para isso: papai foi-se de infarto beirando os 40. Pensando nisso hoje visitarei o cardiologista e ouvirei dele aquilo que já ouvi mas que meu cérebro vagabundo tá demorando para assimilar: Regule a alimentação, diminua o sal, faça mais exercícios físicos, etc.
Eu já tive períodos alimentares bem mais precários do que o que vivo agora. Quando morava sozinha vivia à base de cachorro quente, pão com mortadela, bolacha recheada e cheetos requeijão. Vejo até que houve uma melhora nesse aspecto: odeio coisas mergulhadas em molho branco e / ou à base de puro queijo, não como salgadinhos fritos, bolacha recheada e - aleluia - o cheetos requeijão. Faço com certa regularidade três refeições diárias, aumentei consideravelmente a ingestão de fibras, não lembro a última vez em que comi pão branco, bebo água para caramba e vou / volto do trabalho caminhando (o que me rende uns 40 minutos de exercícios). Mas isso não é suficiente. Minha ingestão de frutas e verduras ainda é pouca, sempre me atraco com um docinho e é vergonhoso morar em frente ao Jardim Botânico e contar nos dedos as vezes em que fui lá caminhar. Mas sabe o que causa mais confusão? É que apesar de maltratar um pouco o meu corpo já consigo ouvir que ele gosta de hábitos mais saudáveis. Também percebo que não tenho mais estrutura psicológica e física para aguentar maus hábitos. É como se agir assim não desse mais barato, ainda mais porque desejo encomendar o filhote inadiavelmente esse ano. A voz que me dita coisas não saudáveis tem definhado um pouco mais a cada dia e espero que eu esteja me aproveitando disso ao máximo.