Arquivo de janeiro de 2007

Oh meu Deus!

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Como se já não bastasse decepcionar a Carol, agora é a Polícia Federal:

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Prota o quê?

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

O Oscar é injusto.

Eu e meme. Meme e eu.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Um post exclusivamente egocêntrico e audacioso. Nos próximos minutos finja que sua vida mudará ao descobrir que:

  1. Eu tenho nojo de coxa de peru assada. Lembra meu primeiro e último porre aos 15 aninhos quando num ano novo misturei sidra, conhaque, vinho branco, vinho Dom Bosco e cerveja quente. Coxa de peru tornou-se para mim algo como o Beethoven tornou-se para o Alex.
  2. Assim como o Caraio, também já montei um grande clássico dos tempos colegiais: O Auto da Compadecida. Juntei a turma no primeiro ano de colegial, escrevi o roteiro, distribuí os papéis ensaiei com a turma, etc. Detalhes relevantes:
    - A apresentação valia nota.
    - Propositalmente concentrei os trabalhos todos em minhas mãos.
    - Abandonei o grupo dias antes da apresentação porque anteriormente numa aula em que eu estava ausente e o professor passou um trabalho para ser feito em grupo e depois ninguém quis minha inclusão em lugar algum (muitos colegas que depois estavam no grupo do Auto) e por causa disso fiquei com zero.
    - Eu já estava passada apesar do zero.
  3. Ainda sobre a escola, até o meu segundo ano colegial eu era a melhor aluna da turma em matérias matadoras: português (incluindo redação e literatura), matemática e física. O que me conferia também no colegial o status de mais odiada (já que não assistia quase aulas nos primeiros dois anos) e também a com o saco mais puxado nas semanas de prova. Tinha neguinho que chegava mais cedo em dia de prova para pegar cadeira junto à mim, já que a besta aqui passava cola.
  4. Eu não sei andar de bicicleta. Não há nada que descreva tamanha frustração diante disso. Quero muito um dia aprender e fazer da bicicleta meu segundo meio de transporte mais usado, já que odeio ônibus.
  5. Por fim, um pecadinho à toa: eu já fui ladra e estelionatária. Na sétima série era comum que eu fosse para o colégio com calças largas para que na hora do intervalo eu e mais umas 3 colegas entrássemos num mercadinho próximo ao colégio para roubar pacotes de bolacha que eram enfiados dentro do bolso da calça (quando não em lugares piores). Estelionatária porque minha avó tinha uma conta numa farmácia e eu ia lá comprar artigos de perfumaria e coisas do gênero e pedia para o tiozinho contabilizar como remédio. :P

Feliz folhas novas

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Chegou que nem vi direito. Não porque estivesse distraída, é que chovia no alto do prédio. Uma garoa fina meio tendenciosa – bem intensionada, melhor dizendo – que levava 2006 literalmente ralo abaixo. Eu não sei muito bem o que fazer direito com essa criança que se agarra em meus braços dizendo-se filho meu, mas vou tentanto, vou tentando.
Não vesti branco, verde, azul ou vermelho. Nada. Em casa apenas eu, Paçoco, Torta de Limão e Almodovar (Agrado que tanto gostei). Eu não quero nada novo não por falta de ambição mas porque se eu fosse fuçar mesmo tem ainda pendengas de 2006, 2005, etc. Mas se posso desejar um única coisa, desejo não ver mais jornal. Não quero mais saber de notícias que contenham na mesma frase salário, verba, ajuda de custo e adicional. Penso em apelar para a ignorância como forma adquirir mais conhecimento. Se cada vez mais há pessoas aderindo à esse estilo de vida talvez faça bem. Um 2007 menos enrugado para todos nós. :)