26
Passaram-se três anos depois do dia em que desci do ônibus sem saber o que encontraria. E o moço de moletom creme (ou bege, nunca se sabe) esperava-me com um livro envolto em alguns metros de plástico bolha. É presente.
Não lembro do livro ou do tumulto da chegada ou dos sapatos apertados. Mas lembro das mãos ainda apenas (ainda apenas) amigáveis.
Passaram-se três anos e perdi a poesia, a paciência e a habilidade de transcrever. Transformei-me no comum, parei de perseguir as sombras, mudei de lado nas estatísticas. A paixão de extra tornou-se intra e a sensação de que foi tudo hoje pela manhã ainda permanece.
Gosto de (orgulho-me de, gabo-me de) saber que convivo com a pessoa mais maravilhosa de tudo o que é possível imaginar que exista. :)
October 3rd, 2006 at 9:40 am
Minhooooooooooooooooooomm….
E eu só vejo o que a Paçoca escreve depois de décadas.
Também, eu fiquei longe do computador o final de semana inteiro, e nem li nada na segunda.
Eu te amo :***
October 3rd, 2006 at 3:06 pm
Que bonito :)
October 10th, 2006 at 5:29 pm
Que lindo Katita..
Parabéns pela união estável com o Paçoco!
Beijos da sumida, mas viva.