Enroleixô
Em homenagem à minha amada Sada Abe e ao tilt do programa que uso para respirar trabalhar farei agora uma adaptação da brincadeira viu?
Manias. Aquilo que está, por uma questão de charme, fora do seu poder de controle. É automática como piscar. É aquele grupo seletivo de coisas que falam mais de você do que qualquer outra coisa.
Como mania inicial, principal, a maior de todas, aquela que poderia identificar-me mesmo depois de mil anos mumificada: enrolar os cabelos. Não importa se eles estam curtíssimos ou longuésimos. Eu os enrolo na hora do sono, do nervoso, da concentração ou falta dela.
Em sequência vamos ao dinheiro nos bolsos. Apesar do uso de bolsa e carteira se for do seu interesse enfiar a mão em algum bolso da minha calça - blusa - casaco frequentemente achará ticket de supermercado, moedas, dinheiros, lixo. Inclusive já tive uma vez que convencer o caixa da padaria vizinha de que aquela pálida nota de dez reais só tinha tomado um banho de água sanitária. E eu ouço músicas enquanto caminho. E eu caminho em ruas desertas, já disse, até o trabalho. E foi por isso que dia desses tomei um susto aos oito minutos e cinquenta segundos mais ou menos de shine on que ouvi uma risada ao fundo, como se alguém estivesse no meu cangote. Quase tive um custipiu. Malditos fones de ótima qualidade! Outras manias de menor impacto: ignorar mensagens de erro, fechar a tampa do vaso sanitário por questões de higiene (mas dizem que impede a circulação da energia ruim), beber líquidos direto da jarra, pagar multa na biblioteca. Ah, que pena, o programa voltou a funcionar. Bye
April 19th, 2006 at 4:22 pm
Ei, você devia escrever livros!
Toda terça tem entrevistados então? Não sabia não… Vou ficar de olho. :-)
April 24th, 2006 at 2:04 pm
Você também é muito querida do lado, de cá, visse?
Queria um dia poder prosear mais decentemente contigo. Beijoca.