Você acorda meio ã e caminha para o seu destino inevitável: o trabalho. Mas sua cabeça não tá ali e nem acolá. Sua cabeça está em qualquer outro lugar cujo convite não se estendeu ao resto do seu corpo. Mas você tem de pensar e se concentrar, porque você precisa dos poucos reais que entram no fim do mês. E você se apega a essas necessidades como se elas fossem necessidades e seus pés caminham sem você estar lá e você atravessa a rua e não vê o carro verde cujo dono te olhava com cara de quem não gostou do fato de você ter fechado o sinal só para atravessar, sendo que você não estava lá, daí você não briga com ele porque ele tá com cara de quem também não estava lá.
Faz bastante tempo que não te visito, mas se me der licença quero deixar aqui a minha opinião sobre o layout. Acho que ficou leve, apagou um pouco da opinião que eu tinha sobre a sua complexidade. Eu gostava de tentar entender você e suas coisas e não sair do ã… Sei lá, está tudo muito light… Mas adorei o fato de agora saber seu nome.
Devo dizer que esse é um dos melhores até agora?
Saudade.
Qualquer dia te ligo.
Beijo. beijo
Hora do “mea culpa”: tenho andada bastante sumida. Muito, mesmo. Prometi a mim mesma, em pleno junho, uma daquelas promessas de Ano-Novo – voltar a escrever sempre, sempre no blog.
Vim avisar que, não só estarei por lá (no Sunflower), mas também escrevendo no Bagaceiras & Afins com uma amiga, Zel.
Espero que passe pra dar uma conferida.
Beijos!
E no final… Valeu a pena?…
Não se preocupe com o mal estar dos outros. Diz um ditado árabe que só se deve jogar pedras em árvores que tenham frutos :^)
testeteste